Hoje em dia, muito tem se falado sobre amor próprio... Ame-se! Ame-se! Ame-se!
E sim; sou uma dessas pessoas que frisa "o amar a si mesmo(a)". Mas vamos deixar algo bem claro... Tudo nesta vida necessita de equilíbrio, ok? Ou seja, não cabe aqui (e em lugar algum) o conceito de que me amo, sou assim, pronto e acabou e o resto não importa.
Não é assim que funciona!
Como um processo do autoconhecimento, o amor próprio conduz sim à autonomia, mas não podemos esquecer que vivemos em sociedade, onde crescemos, aprendemos, evoluimos, construímos, nos reconstruimos uns com os outros.
Sem reconhecer a importância e a qualidade do convívio baseado no respeito em todos os relacionamentos interpessoais, haverá uma linha tênue entre amor próprio e egoísmo.
O amor próprio caminha com a humildade, o respeito (a si e ao outro), a empatia e a compaixão.
Para ser autêntico em sua vida, em seus relacionamentos, é preciso autenticidade para consigo mesmo; deste modo, esse autoconhecimento amplia sua consciência para quem você é, reconhecendo não apenas seus valores e qualidades como também seus defeitos e limitações. Se reconhecendo, se percebendo em todos os pontos e assumindo sua essência, conseguirá ver o outro também em sua totalidade, em sua essência e sem julgamentos.
Em resumo:
Ame-se, pois o amor parte de ti em direção ao outro. Sendo assim... Seja amor!
Abraços,
Fabiane Cristina Silveira
IG: @fabicsilveira_
IG: @psico.fabicsilveira

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