terça-feira, 25 de maio de 2021

Sê Perfeito...


Vamos falar sobre evolução do ser?
Vamos falar sobre sermos perfeitos?
Você é perfeito?
Há uma cobrança sobre sermos perfeitos... O que é ser perfeito pra você?
Ser perfeito é não termos defeitos?
Estamos no caminho da evolução para nos tornarmos seres perfeitos, evoluídos... (?)
Mas quem disse que ser perfeito é não ter defeitos?
Ou ser perfeito é nos caracterizarmos do mesmíssimo de todos, sermos iguais em tudo e vivermos como robôs de maneira linear, sincronizados, acompanhando exclusivamente uma cartilha de como viver a vida?
Sem generalizar... Será que alguns "defeitos" são mesmo defeitos ou apenas diferenças, algo que diverge de si e ainda encontramos dificuldades de viver com o diferente?
Assim como a felicidade não é um ponto específico de chegada e sim, está no caminho; a "perfeição" que se busca na existência do ser humano talvez também não siga esta mesma filosofia?
Ou seja....
Cada ser humano se difere de si... Cada um em sua subjetividade, suas crenças, seus conceitos e também seus "defeitos", assim como seus valores, morais e éticos...
- Talvez a perfeição seja exatamente sabermos encontrar o equilíbrio na convivência e sabermos viver em harmonia diante de tantas diversidades e adversidades, diferenças e caminhos diferentes, sabendo que é responsabilidade de cada um o caminho a seguir...
- Talvez a perfeição seja o respeito mútuo, respeitando a essência de cada um, valorizando o outro pelo que ele tem de melhor e respeitando o que ele é diferente de você...
- Talvez a perfeição seja encontrar a beleza de lidar com o outro, acolher e amar incondicionalmente até mesmo as diferenças...
- Talvez a perfeição seja exatamente isso... A beleza desse paradoxo de viver entre as "imperfeições"; diferenças. De amar e respeitar a essência de cada um.
A perfeição está exatamente no equilíbrio da "imperfeição" de ser e existir... É com as diferenças que aprendemos e evoluímos e é lidando com as "imperfeições: que podemos ser perfeitos.

Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira


quinta-feira, 20 de maio de 2021

Julgamentos...

Num mundo cheio de pessoas "certinhas" que justificam sua santidade julgando e apontando o dedo para o outro, fechado dentro de seus dogmas, pré conceitos e seus crivos de certo e errado...

Feliz de quem caminha nos princípios do amor, entendendo a subjetividade da jornada de cada um, suas necessidades, seus medos e anseios, ciente do infinito que habita dentro de cada ser, ao qual desconhecemos. Feliz de quem segue amando e sabe enxergar a essência do outro. Feliz de quem é livre e segue a vida num voo constante, sem julgamento, ansiando em conhecer cada infinito que habita dentro de cada ser, sabendo enxergar, antes de qualquer coisa, sua luz. Feliz de quem entende que somos extensão do Divino, fruto de Seu amor. Somos filhos da luz!

O julgamento, por vezes, nada mais é que a projeção do próprio Eu...

Você externaliza no outro aquilo que você é!

Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira



sábado, 15 de maio de 2021

Viva sua essência...

Perdemos pessoas que deixam um pedacinho de si em nós e levam um pouco de nós com eles...

A vida é um sopro e tenho aprendido que temos que vivê-la na plenitude, sem medo de ser feliz... Que algumas pessoas vão nos julgar, outras apoiar, e outras não vão estar nem aí e não podemos mais viver com medo do julgamento alheio, do que os outros acham ou deixam de achar...
Seja gentil, com respeito e sem julgamento, pois cada um tem sua jornada e seus próprios resgates. Viva sua vida de acordo com a sua essência, com o que está em seu coração. Viva o hoje, pois o amanhã não nos pertence.
Não tenha medo de ir de encontro com o que te faz feliz!
Uma feliz e abençoada vida a todos.

Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira




segunda-feira, 10 de maio de 2021

A humildade, respeito, empatia e compaixão no processo de amor próprio.

Hoje em dia, muito tem se falado sobre amor próprio... Ame-se! Ame-se! Ame-se!

E sim; sou uma dessas pessoas que frisa "o amar a si mesmo(a)". Mas vamos deixar algo bem claro... Tudo nesta vida necessita de equilíbrio, ok? Ou seja, não cabe aqui (e em lugar algum) o conceito de que me amo, sou assim, pronto e acabou e o resto não importa.
Não é assim que funciona!

Como um processo do autoconhecimento, o amor próprio conduz sim à autonomia, mas não podemos esquecer que vivemos em sociedade, onde crescemos, aprendemos, evoluimos, construímos, nos reconstruimos uns com os outros.

Sem reconhecer a importância e a qualidade do convívio baseado no respeito em todos os relacionamentos interpessoais, haverá uma linha tênue entre amor próprio e egoísmo.

O amor próprio caminha com a humildade, o respeito (a si e ao outro), a empatia e a compaixão.

Para ser autêntico em sua vida, em seus relacionamentos, é preciso autenticidade para consigo mesmo; deste modo, esse autoconhecimento amplia sua consciência para quem você é, reconhecendo não apenas seus valores e qualidades como também seus defeitos e limitações. Se reconhecendo, se percebendo em todos os pontos e assumindo sua essência, conseguirá ver o outro também em sua totalidade, em sua essência e sem julgamentos.

Em resumo:
Ame-se, pois o amor parte de ti em direção ao outro. Sendo assim... Seja amor!

Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira


quarta-feira, 5 de maio de 2021

Seja amor...

Eu não tenho que querer moldar e mudar as pessoas. Não tenho que querer que as pessoas pensem, agem ou sejam a meu modo, pq qdo quero que td seja à minha maneira, descarrego energia que me distancia da relação, me impossibilita de ver o outro, suas qualidades, seus valores, não permitindo ver sua essência, pois estou tão enraizada no meu conceito de certo e errado, de ser e existir que eu fecho a minha visão (e meu coração) para o ser e existir do outro.

Cada um tem um modo de ser, cada um tem o seu modo de existir, então... Querer que alguém faça isso ou aquilo pq eu acho certo, é ignorar, invalidar e tirar sua existência,  não valorizando o seu jeito de ser e estar neste mundo.
Sejamos mais amor.

Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira



sábado, 1 de maio de 2021

É preciso a finitude para nos conscientizarmos do que é amar?

 

PRECISAMOS MESMO ESPERAR FICAR FRENTE A FRENTE COM A FINITUDE PARA ENTENDER O SENTIDO DO AMAR?


O que é a morte?

Há quem diga que é o fim...
Outros um recomeço...
Alguns a denominam como perda; outros, um afastamento temporário...
Há aqueles que acreditam na continuidade da existência e que a morte é uma passagem para outro plano espiritual...

Seja qual for sua crença, a verdade é uma só: A morte é um fato, uma realidade para todos nós; um processo em que todos iremos passar, independente do que virá depois.

Mediante essa realidade, essa finitude, que tal perguntarmos:
- O que é a vida?
- Como estamos vivenciando nossa vida?
- Como está a qualidade de nossas relações e como estamos nos colocando neste mundo?

É claro que a morte nos traz sofrimento, angústia, tristeza... Sofremos com a "perda" porque amamos. E aqui chego no ponto em questão para refletirmos... O AMOR!

Por vezes é na morte que nos deparamos com a essência do amor, ou melhor, é na perda que entendemos a essência do amor; que entendemos a significância de SER ou apenas EXISTIR. Questionamos os "e se..." da vida.
- E se eu tivesse feito...
- E se eu tivesse aceitado...
- E se eu tivesse compreendido...
- E se eu tivesse ouvido...
- E se.. E se... E se...

Feliz de quem consegue entender, compreender, sentir e vivenciar a essência do amor, em vida, pois na hora da partida, apesar do sofrimento, a gratidão de experienciar tamanho sentimento será o conforto para o coração.

Fazemos o nosso melhor, e é como sempre digo... Não viemos com um manual de instrução e não acredito que a vida seja uma cartilha pré definida, no entanto, por vezes, repetimos padrões que fomos aprendendo e que foram ensinados ao longo dos anos, sem nos dar conta que a vida se atualiza a cada dia, se renova a cada manhã, e assim, como estamos nós, individualmente, em constante processo evolutivo; o todo também está.

Vivemos nossas vidas seguindo padrões, regras como se existisse uma cartilha a ser seguida, como se a vida fosse um caminho linear em que não pudesse haver curvas, buracos, retornos e que um desvio ou um novo caminho é considerado "fora do padrão".

Estamos tão enraizados em padrões que estamos perdendo a qualidade das relações, esquecendo de vivenciar o contato pleno com a essência de cada um.

Nascemos para amar, somos capazes de amar, mas será que sabemos o que é o amor?

O amor é a forma mais subliminar de entrar em contato com a essência do outro.

- O amor é leve, porém intenso.
- O amor não é posse!
- O amor é o elo que há entre as pessoas, capaz de ser sentido apesar da distância; é o fazer-se presente mesmo na ausência. Mas esse sentir só é possível quando conseguimos captar essa essência.

Porém, baseados nesta "ilusória cartilha", por vezes, vivemos nossa vida apegados aos nossos achismos, delineando os caminhos, julgando, projetando nossos medos, anseios e angústias, e que muitas vezes não nos damos conta que com base em nossa perspectiva, em nosso crivo de certo e errado, acabamos por sufocar a existência do outro, influenciando/contribuindo com a repetição dos mesmos padrões ditos, etc..., e por medo talvez, muitos aceitam os padrões e não se dá conta da própria anulação como pessoa até perceber que, em um determinado momento, nada mais faz sentido.

- Por que é tão difícil recomeçar?
- Por que é tão difícil fechar ciclos?
- Por que é tão difícil entender que uma coisa, alguém, um emprego, um planejamento ou qualquer outra questão presente em nossa vida e que, um dia nos trouxe felicidade, fez sentido, pode neste momento não nos pertencer mais?
- Por que é tão difícil aceitar que alguns planos podem ter mudado?

Estamos em constante transformação e precisamos aprender a enxergar quando algo não pertence mais a nós... Como querer que tudo seja para sempre se esta vida é finita? Os felizes para sempre é o amor que cultivamos, doamos e, esse sim, perpetuará pela eternidade. Amor e Respeito para consigo e ao próximo!

Feliz de quem busca o autoconhecimento e consegue essa conexão consigo mesmo, capaz de seguir sua vida com determinação, autoconfiança, sem se influenciar pelo julgamento alheio e reconhecendo os próprios sentimentos, emoções.

Talvez essa seja a chave, o ponto forte da existência: O autoconhecimento!

Conforme falei, muitas pessoas seguem padrões de comportamento, comportamentos repetidos, crenças limitantes, e com isso sentem-se confortáveis em nos orientar, nos aconselhar e, às vezes, nos julgar; não porque querem nos prejudicar, mas porque acreditam que estão fazendo o seu melhor. Um excesso de zelo, superproteção, ou seja lá o que for... Independentemente, é importante para todos nós compreendermos o modo de ser do outro, respeitando cada um na sua individualidade, e principalmente... A busca pelo autoconhecimento para que esse laço consigo mesmo se fortaleça e possas se perceber, se compreender, se entender e saber distinguir o seu modo de ser e o modo de ser do outro, sabendo separar o que é seu e o que é do outro, na base do respeito mútuo, onde todos possam usufruir de sua essência.

Ame-se, respeite-se, compreenda-se, aceite-se, permita-se, transforme-se... E conseguirá amar, respeitar e compreender o outro em sua essência de SER.

Errar? Com certeza iremos errar! Quantas vezes forem necessárias, e prosseguiremos confiante evoluindo a cada dia, aprendendo com os próprios erros, ciente de nossas responsabilidade perante as escolhas e os caminhos que decidimos seguir.

As experiências nos servem de referência, mas apenas são lições para quem as vivenciou. Cada um tem sua jornada, e é preciso ter em mente que não iremos agradar a todos com nossas decisões.

Temos o dom do amor, então vamos amar sem exigir que o outro seja ao nosso modo, do jeito que queremos. Isso não é amor, é poder! Não temos o direito de querer mudar as pessoas.

É preciso ser mais presente nas relações, de vivenciar o momento presente, de ouvir mais e opinar/julgar menos... Precisamos de mais acolhimento, reciprocidade, amorosidade e respeitabilidade.

Será que não chegou a hora, ou melhor... Não está na hora de entendermos que essa vida é finita e trazer para nossa vida o que realmente faz sentido, o que realmente vale a pena, compreendendo o real significado do amar ao próximo?


Abraços,

Fabiane Cristina Silveira

IG: @fabicsilveira_

IG: @psico.fabicsilveira